Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

Quote:

«Social situations are so boring sometimes >.> Mas nunca me farto de estar sozinho :D»


Não poderia tê-lo dito melhor eu mesma.

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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011

Acabadinha de chegar a Viena

Percurso previsto:

- Viagem da Santa Terrinha até Lisboa de carro, chegada a Lisboa por volta do meio dia e meia.
- Check-in, passar nas maquinetas que fazem o scan da bagagem de mão e etc, almoçar.
- Avião às 14h55 com destino a Bruxelas.
- Espera de cerca de duas horas e meia em Bruxelas para apanhar ligação para Viena às 20h.
- Chegada a Viena por volta das 21h30.
- Táxi à nossa espera para nos levar a nós e às bagagens até ao apartamento onde vamos ficar.

Percurso efectuado:

- Viagem da Santa Terrinha até Lisboa de carro, sendo que a meio da viagem tive de andar às voltas com o portátil, a net da TMN e um livro do Harry Potter para tentar ganhar acesso ao Pottermore (não, não consegui -.-), mas chegada a Lisboa a horas.
- Verificar que os painéis de informação no aeroporto indicam um atraso de 45 minutos do voo para Bruxelas.
- Pronto, paciência, não há-de ser nada; fazer check-in, passar no scan, almoçar McDonald's (obrigatório).
- Entrar no avião com um valente atraso em cima, levantar voo com um atraso ainda mais valente em cima, e perceber que a possibilidade de perder o voo de ligação em Bruxelas é muito real, uma vez que saímos de Lisboa já depois das 16h.
- Chegar a Bruxelas às 19h45 com o voo para Viena a sair às 20h e ter de literalmente correr como se não houvesse amanhã para conseguir entrar no avião a tempo. Foi emocionante.
- Sentir-me realizada e feliz ao chegar a Viena a horas e pensar que everything went better than expected.
- Ser informada que todas as malas que vinham connosco estão ainda em Bruxelas e só chegam amanhã ao meio dia.
- Crap.

Resumindo e concluindo: estamos em Viena com a roupa que trazemos no corpo, a minha tartaruga de peluche, algum dinheiro e o portátil. Mas o pessoal do aeroporto foi querido e deu-nos um overnight kit de emergência que inclui desodorizante da Nivea, creme da Neutrogena, tampões da O.B., pasta de dentes da Colgate, uma festa. Soubesse eu que ia ganhar tantos brindes, não tinha metido nada de higiene na mala!

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Sábado, 23 de Julho de 2011

Facto

Eu até tenho coisas para dizer, mas muitas vezes prefiro ficar calada; dá menos trabalho.

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Terça-feira, 19 de Julho de 2011

Sad truth?


Summers at Castle Auburn, Daughter of the Forest, The Swan Maiden... são só uns meros três exemplos de alguns dos livros deste género romance/fantasia que eu tanto gosto (não posso passar a vida a ler só clássicos, e além disso faz-me bem à alma mergulhar nestes outros tipos de histórias).

Ler livros deste género faz-me sonhar e vibrar com cada reviravolta da história e cada emoção sentida pela personagem principal, que é invariavelmente uma jovem dotada de grande coragem, lealdade, humildade, e beleza (sobretudo interior). São raparigas decididas, teimosas e aventureiras, sem por isso deixarem de ser femininas à sua maneira. São inteligentes e desafiadoras; questionam o seu papel na sociedade e as regras, muitas vezes injustas, que lhes são impostas. Não cedem perante ordens absurdas, nem desistem sem dar luta. São incompreendidas pela maioria, por serem mulheres que pouco têm de frágil e submissas, e por se recusarem a submeter-se ao que se espera delas. São as heroínas que fazem andar a história, e que invariavelmente adoramos desde o início da narrativa, fazendo-nos mesmo derramar umas quantas lágrimas de desespero e/ou de felicidade quando tudo termina.

Em suma...

São jovens que em quase tudo são o oposto de mim. E isto é coisa para me deixar a pensar muito.

Se a minha vida fosse uma destas histórias, não teria nem metade da emoção. Em termos de regras e convenções sociais... eu não sou aventureira, sou discreta. Eu não questiono, eu aceito. Eu não desafio, eu obedeço. Eu não sou particularmente corajosa, nem inovadora, e a incompreensão das pessoas resume-se ao facto de eu ser extremamente introvertida e, em certas coisas, muito old-fashioned. Feliz ou infelizmente, pego na minha personalidade e imagino-a numa dona de casa dos anos 50.

Acredito que as regras foram feitas por um motivo, e que há tradições que podiam e deviam ser mantidas. Acredito que fica bem a uma mulher comportar-se como uma senhora, e se há coisa que me irrita são discursos ultra-feministas que me tentam convencer de que ser uma mulher, em certos aspectos, tradicional, é mau e humilhante.

É claro que este é um tema com pano para mangas, e tudo o que eu referi acerca da minha própria maneira de ser não passa de uma generalização demasiado vaga para ser levada muito a sério. Mas, pintada em traços breves, não tenho personalidade de heroína, mas sim de princesa.

Sou assim uma Branca de Neve misturada com uma Bela...

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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011

Última compra


A Vida Louca dos Reis e Rainhas de Portugal

Parece prometedor, tendo em conta que quando folheei o livro a primeira frase que me apareceu à frente foi a seguinte:

"... Joana Tomás, que testemunhou: «O real membro viril de D. Afonso VI era bem diferente do que ela conhecia, pois o de el-rei quando derramou semente ficou como o de uma criança, e muito desigual quando estava erecto, por ser mais muito mais delgado na raiz do que na extremidade.» "

Estou, portanto, em pulgas para começar a leitura; diria mesmo que quase me sinto o Cláudio Ramos da época da monarquia!

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Just an useless opinion

Acho as manas Olsen tão sem graça.

Tão pouco bonitas.



Feias, mesmo :C

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Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

Aaah!

Estou a ficar um bocadinho de nada farta das demonstrações de histerismo à volta do último filme do Harry Potter. Eu também gosto muito do Harry Potter. Eu também li os livros todos várias vezes. Eu também me inscrevi em fan sites. Eu também esperei na Betrand à meia noite pelo lançamento do último livro. No entanto, e apesar disso tudo, não compreendo bem porque é que há tanta gente a gritar ao mundo que vai rebentar em lágrimas durante o filme porque é o último filme do Harry Potter, e depois o Harry Potter vai acabar para sempre, e vão ter de os tirar da sala porque vão soluçar mesmo alto, e o diabo-a-sete.

Para mim o Harry Potter acabou com os livros e pronto. Os filmes foram uma "prolongação" da coisa, mas para mim nunca serão tão especiais como os livros foram.


(e não sou a única a pensar assim!)

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Sábado, 9 de Julho de 2011

Perversidades

Aqui há uns tempos fui ao Jumbo.

Tinha pouca coisa para pagar, então meti-me numa daquelas caixas self-service. Chego lá e deparo-me com um talão ainda pendurado na máquina. Quando pego no dito cujo e lhe dou uma olhada simplesmente por curiosidade, não pude deixar de rir:


Se calhar sou eu que tenho uma mente demasiado imaginativa, mas vejamos: 730 gramas de pepinos, loção Dove e sabonete líquido...

... não sei, sou só eu que noto qualquer coisa de estranho aqui?

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Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

Desconfio

Desconfio de namoros que duram anos e anos e anos sem avançarem para coisa nenhuma, quando as pessoas já têm idade para ter juízo.

Desconfio de quem fala o tempo todo do quão perfeito o namorado é ou do quão maravilhosa e idílica é a sua relação.

São coisas que pronto, na minha opinião, trazem água no bico. Ou simplesmente gosto menos de dar nas vistas, apesar de estar absurdamente feliz com o que (e com quem) tenho.

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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Digam lá que não é enervante

Quanto mais arrumadinho está o quarto, mais coisas perco.

Tenho todas as prateleiras, gavetas e armários perfeitamente organizados, mas quando preciso disto ou daquilo...

... «ah, antes de arrumar estava aqui mesmo, lembro-me perfeitamente! Agora... onde é que eu meti isso?»

O clássico caso de arrumar tão bem as coisas que nem sabemos onde as pusemos. :c

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